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	<title>Cérebro e Saúde</title>
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	<description>Equilibre Corpo e Mente e melhore sua Saúde</description>
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		<title>Como produzir novos neurônios? Confira no podcast!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cérebro &#38; Saúde]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Sep 2021 17:27:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neuroplasticidade]]></category>
		<category><![CDATA[BRAINN]]></category>
		<category><![CDATA[dr. Li Li Min]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por muito tempo achou-se que neurônios somente morriam, nunca eram criados. Hoje, sabe-se que a plasticidade cerebral é ativa durante toda a vida. Confira no podcast como produzir novos neurônios! &#160; O Canal Doutor Li, do médico e pesquisador dr. Li Li Min, membro do Instituto Brasileiro de Neurociências e Neurotecnologia, retornou com suas entrevistas,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por muito tempo achou-se que neurônios somente morriam, nunca eram criados. Hoje, sabe-se que a plasticidade cerebral é ativa durante toda a vida. Confira no podcast como produzir novos neurônios!</em></p>
<p><span id="more-2109"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Canal Doutor Li, do médico e pesquisador dr. <strong>Li Li Min</strong>, membro do <a href="https://www.brainn.org.br"><strong>Instituto Brasileiro de Neurociências e Neurotecnologia</strong></a>, retornou com suas entrevistas, às quartas-feiras, no horário das 20h30 às 21h30. As conversas giram em torno dos temas relevantes ao <strong class="hm da">Setembro Roxo</strong>, em que se comemora a <strong class="hm da">Semana Nacional e Latino-Americana de Conscientização sobre a Epilepsia</strong>. Igualmente, o <strong class="hm da">Setembro Amarelo da Prevenção ao Suicídio </strong>no Brasil.</p>
<p>O convidado para desenvolver o tema “Como produzir novos neurônios” foi o Prof. Dr. <strong class="hm da">Wallace Gomes Leal</strong> que é neurocientista e professor associado da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA).</p>
<blockquote><p><em class="ij">“Uma das descobertas ma<span id="rmm">i</span>s marcantes em neurociências, uma mudança de paradigma, foi a de que o cérebro adulto produz continuamente novos neurônios, mesmo em uma pessoa de 90 anos de idade. A isso chamamos de </em><strong class="hm da"><em class="ij">neurogênese adulta</em></strong><em class="ij">, que é uma capacidade incrível do cérebro produzir novos neurônios em uma região do hipocampo, sendo esse um importante sítio neurogênico”, </em>explica o Prof. Wallace.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Como produzir novos neurônios" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/TwMOqSCcmXE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ficou em dúvida sobre o que é o hipocampo? O professor descreve:</p>
<blockquote class="iy"><p>“O hipocampo é uma região cerebral que tem o formato de cavalo marinho (“hippocampus” em latim significa &#8220;cavalo curvado&#8221;) e é muito conhecido por ser importante para alguns tipos de memória, como a memória espacial ou de episódios”.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Um breve histórico sobre a neuroplasticidade</strong></h2>
<p>Wallace Gomes retomou à década de 60, ao destacar o cientista Joseph Altman e seus colegas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, os quais desenvolveram uma linha de pesquisa e observaram microneurônios em cérebros de ratos adultos (mamíferos), o que seria evidência da neurogênese em roedores. Todavia, os pesquisadores foram desacreditados e seus resultados amplamente ignorados, em razão das descobertas de que a neurogênese seria limitada ao desenvolvimento pré-natal, e que, portanto, não ocorreria em um cérebro adulto. Havia um conhecimento clássico até a década de 70 sobre neurogênese, e a partir desse ponto de vista, falar que os neurônios poderiam se regenerar era visto como irrelevante. Foram necessárias várias décadas para que as evidências sobre a neurogênese fossem realmente reconhecidas:</p>
<blockquote><p><em class="ij">&#8220;Santiago Ramón y Cajal, um neuroanomista espanhol que recebeu o prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina no início do séc. XX, escreveu em seu livro &#8216;</em>Degeneration and regeneration of the nervous system<em class="ij">&#8216;, de 1928, a célebre frase: “nos centros neurais adultos, tudo é fixo e imutável, tudo pode morrer, nada pode ser regenerado.” Então, depois de Ramón y Cajal, que foi uma sumidade à época em neuroanatomia, as pessoas que fossem tentar [propôr] alguma evidência da regeneração neuronal [tinham seus argumentos] descartados até a década de 70.”</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong class="hm da">Por que o cérebro adulto produz novos neurônios? </strong></h2>
<p><strong class="hm da">Será que seria para a reparação dos neurônios que morrem no envelhecimento? Seria para substituir os neurônios que morrem no Acidente Vascular Cerebral (AVC) ou no status epilépticos? Seria para ter um repositório de novos neurônios?</strong></p>
<p>As provocações supracitadas foram trazidas pelo neurocientista Wallace, enquanto Doutor Li propôs serem abertas as perguntas do público que acompanhou ao vivo este webinário pelos canais do YouTube e Facebook #DoutorLi.</p>
<p><em class="ij">“As pesquisas sobre a neurogênese avançaram [muito nas últimas décadas] e destaca-se a importância das funções de novos neurônios para a cognição. Hoje podemos correlacionar a perda desses neurônios no hipocampo com doenças como as desordens afetivas, a exemplo da depressão, ansiedade, do transtorno do estresse pós-traumático e estresse crônico. Destacamos como um dos mais importantes movimentos corporais para a prevenção dessas doenças o exercício físico, que é um indutor da neurogênese. Muitas evidências científicas mostram que, se quisermos aumentar a neurogênese, é necessário praticar atividades físicas regularmente e de preferência em locais de ambientes naturais, prevalecendo a interação do movimento aeróbico em espaços naturais (bioma verde), pois o exercício físico diário nesses ambientes leva à simbiose neural.</em> <em class="ij">Foram 30 anos de uma comunidade científica um pouco obtusa, pois somente hoje confirmou-se a evidência de que há neurogênese no cérebro humano adulto”,</em> concluiu o pesquisador.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong class="hm da">Dicas do Prof. Wallace:</strong> mantenha a resiliência mental, o bem-estar físico, faça caminhada e exercícios físicos diariamente, dance, mantenha dieta adequada, pratique hobbies em ambientes naturais. Não perca sua saúde mental. Cultive-a.</p>
<p><em class="ij">“</em><strong class="hm da"><em class="ij">A resiliência mental é a maior força transformadora da realidade</em>.”</strong> (Wallace Gomes Leal).</p>
<p>&nbsp;</p>
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</style><a href="https://doutorli.medium.com/como-produzir-novos-neurônios-406d8d3482cb" class="default-btn-shortcode dt-btn dt-btn-l fadeIn animate-element animation-builder link-hover-off " id="default-btn-2f35737f1c765c36ea6be240e51f6295"><i class="fa fa-chevron-circle-right"></i><span>Saiba mais</span></a><p>The post <a href="https://www.cerebroesaude.com.br/como-produzir-novos-neuronios-confira-no-podcast/" target="_blank">Como produzir novos neurônios? Confira no podcast!</a> first appeared on <a href="https://www.cerebroesaude.com.br/" target="_blank">Cérebro e Saúde</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Instituto Brasileiro de Neurociências e Neurotecnologia comemora o Dia Mundial da Esclerose Múltipla</title>
		<link>https://www.cerebroesaude.com.br/instituto-brasileiro-de-neurociencias-e-neurotecnologia-comemora-o-dia-mundial-da-esclerose-multipla/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Cérebro &#38; Saúde]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2020 17:12:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Divulgação de Neurociências]]></category>
		<category><![CDATA[esclerose múltipla]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O CEPID BRAINN promove pesquisas científicas de ponta em esclerose múltipla e celebra a data com uma página web especial. Confira. &#160; O dia 30 de maio é celebrado internacionalmente como o Dia da Esclerose Múltipla. A data, criada pela Federação Internacional de Esclerose Múltipla, pretende divulgar informações sobre uma doença neurológica impactante, mas ainda pouco&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O CEPID BRAINN promove pesquisas científicas de ponta em esclerose múltipla e celebra a data com uma página web especial. Confira.</em><span id="more-12084"></span><span id="more-2095"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O dia 30 de maio é celebrado internacionalmente como o <strong>Dia da Esclerose Múltipla</strong>. A data, criada pela Federação Internacional de Esclerose Múltipla, pretende divulgar informações sobre uma doença neurológica impactante, mas ainda pouco conhecida pelo público em geral, e conscientizar a população sobre os desafios enfrentados por quem convive com ela.</p>
<p>Em 2020, a data celebra as <strong>conexões</strong> humanas, tão importantes para dar apoio a pessoas com EM e para educar o público sobre o tema.</p>
<p>O <strong>CEPID BRAINN</strong> participa da data com uma página especial sobre esclerose múltipla aqui em nosso website.</p>
<p>Assista ao vídeo oficial do Dia da Esclerose Múltipla 2020, conheça as causas e os sintomas e conheça um pouquinho mais das linhas de pesquisa do <strong>CEPID BRAINN</strong> em esclerose múltipla na página especial da data. Acesse pelo link a seguir:</p>
<p>&nbsp;</p>
<style type="text/css" data-type="the7_shortcodes-inline-css">#default-btn-33e201cd5e96c57c108ff7b50c0f647e.ico-right-side > i {
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<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.cerebroesaude.com.br/instituto-brasileiro-de-neurociencias-e-neurotecnologia-comemora-o-dia-mundial-da-esclerose-multipla/" target="_blank">Instituto Brasileiro de Neurociências e Neurotecnologia comemora o Dia Mundial da Esclerose Múltipla</a> first appeared on <a href="https://www.cerebroesaude.com.br/" target="_blank">Cérebro e Saúde</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>COVID-19: Quais são as manifestações neurológicas do novo coronavírus?</title>
		<link>https://www.cerebroesaude.com.br/covid-19-quais-sao-as-manifestacoes-neurologicas-do-novo-coronavirus/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Cérebro &#38; Saúde]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2020 19:01:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Divulgação de Neurociências]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O dr. Li Li Min conta, neste vídeo especial, quais são as manifestações da COVID-19 no sistema nervoso, além de detalhar aspectos patológicos da doença. Confira! &#160; A COVID-19 é uma doença novíssima, ainda repleta de mistérios, e que está sendo estudada em minuciosos detalhes nos quatro cantos de mundo. Centenas de cientistas se debruçam sobre os&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://www.cerebroesaude.com.br/covid-19-quais-sao-as-manifestacoes-neurologicas-do-novo-coronavirus/" target="_blank">COVID-19: Quais são as manifestações neurológicas do novo coronavírus?</a> first appeared on <a href="https://www.cerebroesaude.com.br/" target="_blank">Cérebro e Saúde</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O dr. Li Li Min conta, neste vídeo especial, quais são as manifestações da COVID-19 no sistema nervoso, além de detalhar aspectos patológicos da doença. Confira!</em><span id="more-2089"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A <a href="https://www.brainn.org.br/covid-19-grupo-de-pesquisa-em-neurologia-cognitiva-doa-r10-mil-para-compra-de-epis/"><strong>COVID-19</strong></a> é uma doença novíssima, ainda repleta de mistérios, e que está sendo estudada em minuciosos detalhes nos quatro cantos de mundo. Centenas de cientistas se debruçam sobre os aspectos morfológicos do vírus, seu potencial patogênico e de transmissibilidade e também, é claro, sobre os efeitos do SARS-CoV-2 na saúde humana.</p>
<p>O <a href="https://www.brainn.org.br/li-li-min/"><strong>Dr. Li Li Min</strong></a>, Coordenador de Educação e Difusão do Conhecimento do <strong>Instituto Brasileiro de Neurociências e Neurotecnologia</strong> (<strong><a href="http://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>)</strong>, preparou um vídeo especial sobre a COVID-19 e suas manifestações neurológicas. Dr. Min dá detalhes sobre a doença, traz atualizações importantes sobre o conhecimento médico da COVID-19 e explica, em detalhes, como o novo coronavírus parece atuar em nosso sistema nervoso. Confira a seguir:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Quais são as Manifestações Neurológicas da COVID-19?" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/6T0SIEK4QgQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.cerebroesaude.com.br/covid-19-quais-sao-as-manifestacoes-neurologicas-do-novo-coronavirus/" target="_blank">COVID-19: Quais são as manifestações neurológicas do novo coronavírus?</a> first appeared on <a href="https://www.cerebroesaude.com.br/" target="_blank">Cérebro e Saúde</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Ele parou a vida para cuidar da mãe com demência: &#8220;Quero viver para ela&#8221;</title>
		<link>https://www.cerebroesaude.com.br/ele-parou-a-vida-para-cuidar-da-mae-com-demencia-quero-viver-para-ela/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Cérebro &#38; Saúde]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2020 14:43:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde do Cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[demência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Confira o relato emocionante de um filho dedicado, que doa a vida em prol da mãe com demência. &#160; Renato Paulino, 39, sempre teve uma ligação forte com a mãe, Maria da Conceição, 72. Alguns meses após ter sido erroneamente diagnosticada com Alzheimer, ela foi colocada em um asilo. Renato ficou com a consciência pesada,&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://www.cerebroesaude.com.br/ele-parou-a-vida-para-cuidar-da-mae-com-demencia-quero-viver-para-ela/" target="_blank">Ele parou a vida para cuidar da mãe com demência: "Quero viver para ela"</a> first appeared on <a href="https://www.cerebroesaude.com.br/" target="_blank">Cérebro e Saúde</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Confira o relato emocionante de um filho dedicado, que doa a vida em prol da mãe com demência.</em><span id="more-2085"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Renato Paulino, 39, sempre teve uma ligação forte com a mãe, Maria da Conceição, 72. Alguns meses após ter sido erroneamente diagnosticada com <strong>Alzheimer</strong>, ela foi colocada em um asilo. Renato ficou com a consciência pesada, pediu demissão e decidiu cuidar integralmente dela. &#8220;Enquanto minha mãe estiver doente, quero viver para ela e por ela&#8221;. Leia o depoimento dele: </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Minha mãe morava em Minas Gerais e uma vez por mês vinha nos visitar em São Paulo. Nessas visitas, notei alguns comportamentos diferentes nela. Ela, que era bem ativa, ficou confusa, achava que as pessoas na TV estavam falando com ela, não conseguia lembrar as datas da semana, ficava insegura de sair sozinha, comprava algumas coisas por impulso.</p>
<p>Nessa época, em 2016, ela tinha 69 anos e ainda estava lúcida. Suspeitei que fosse depressão. Eu a levei ao neurologista, ele fez um histórico clínico dela e pediu uma tomografia. Ele me chamou e disse: &#8216;Renato, a dona Maria da Conceição está no primeiro estágio de Alzheimer&#8217;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Descobri o diagnóstico correto da minha mãe</strong></h2>
<p>Em 2018, comecei a desconfiar do diagnóstico de Alzheimer porque o médico trocava a medicação com muita frequência e nada fazia efeito. Busquei a opinião de um segundo neurologista. Ele pediu novos exames, investigou o histórico dela e a diagnosticou com demência frontotemporal e hidrocefalia.</p>
<p>Durante dois anos, minha mãe foi tratada de forma errada com Alzheimer. Com o tratamento correto, ela ficou estável. A doença não tem cura.</p>
<p>Por isso, sempre que posso eu saio com ela, nós vamos ao parque, ao shopping, na festa dos meus amigos durante o dia. Também tento ter uma vida social dentro do possível. Eu saio às sextas ou sábados depois que ela dorme e volto de madrugada, antes de ela acordar. Meu irmão fica de olho nela.</p>
<p>Perdi completamente a liberdade financeira depois que me tornei cuidador da minha mãe. No início, até fiz uns bicos na antiga empresa que trabalhava para ter uma renda. Hoje, nosso sustento vem da aposentaria do meu irmão e da minha mãe. O Paulo falou para eu parar de trabalhar que ele me daria metade do dinheiro dele.</p>
<p>Tenho a curatela definitiva da minha mãe e arco com os gastos de remédios, médicos, roupa e comida com o dinheiro dela. Se sobra alguma coisa, uso para os meus gastos pessoais, mas mensalmente presto contas a assistente social.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2020/04/05/ele-parou-a-vida-para-cuidar-da-mae-com-demencia-quero-viver-para-ela.htm"><strong>Leia a matéria completa no UOL</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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</style><a href="https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2020/04/05/ele-parou-a-vida-para-cuidar-da-mae-com-demencia-quero-viver-para-ela.htm" class="default-btn-shortcode dt-btn dt-btn-l fadeIn animate-element animation-builder link-hover-off " id="default-btn-80bde4560b569878e8adc80df7f5dfa7"><i class="fa fa-chevron-circle-right"></i><span>Ler matéria completa</span></a>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.cerebroesaude.com.br/ele-parou-a-vida-para-cuidar-da-mae-com-demencia-quero-viver-para-ela/" target="_blank">Ele parou a vida para cuidar da mãe com demência: "Quero viver para ela"</a> first appeared on <a href="https://www.cerebroesaude.com.br/" target="_blank">Cérebro e Saúde</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Alunos de Medicina e Enfermagem da Unicamp tiram dúvidas por telefone sobre coronavírus</title>
		<link>https://www.cerebroesaude.com.br/alunos-de-medicina-e-enfermagem-da-unicamp-tiram-duvidas-por-telefone-sobre-coronavirus/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Cérebro &#38; Saúde]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2020 19:57:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Divulgação de Neurociências]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[Unicamp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saiba como entrar em contato via Whatsapp e tirar suas dúvidas sobre a COVID-19. &#160; Os alunos do curso de Medicina da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) e de Enfermagem, ambos da Unicamp, iniciaram essa semana um atendimento para orientação por telefone de dúvidas da população em relação a pandemia de Coronavirus. O atendimento é&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Saiba como entrar em contato via Whatsapp e tirar suas dúvidas sobre a COVID-19.</em><span id="more-2080"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os alunos do curso de Medicina da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) e de Enfermagem, ambos da Unicamp, iniciaram essa semana um atendimento para orientação por telefone de dúvidas da população em relação a pandemia de Coronavirus. O atendimento é de segunda a sexta-feira, das 8 às 20 horas, pelo telefone (19) 3521-9130.</p>
<p>&#8220;Esta é uma iniciativa dos alunos tem como objetivo orientar a população sobre medidas de prevenção e sobre sinais e sintomas de alarme para a procura de serviços de saúde, o que pode possibilitar sobrecarga desnecessária aos serviços de atendimento”, explicou Joana Fróes Bragança Bastos, coordenadora da comissão de graduação do curso de Medicina da FCM.</p>
<p>O projeto é coordenado pela Coordenadoria do curso em conjunto com a Comissão de Contingenciamento da área da Saúde e de Moléstias infecciosas. A atuação dos alunos é supervisionada por professores de ambas as faculdades.</p>

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<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.cerebroesaude.com.br/alunos-de-medicina-e-enfermagem-da-unicamp-tiram-duvidas-por-telefone-sobre-coronavirus/" target="_blank">Alunos de Medicina e Enfermagem da Unicamp tiram dúvidas por telefone sobre coronavírus</a> first appeared on <a href="https://www.cerebroesaude.com.br/" target="_blank">Cérebro e Saúde</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Analise genômica sugere propensão à obesidade e diabetes na população de Campinas</title>
		<link>https://www.cerebroesaude.com.br/analise-genomica-sugere-propensao-a-obesidade-e-diabetes-na-populacao-de-campinas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Cérebro &#38; Saúde]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Feb 2020 18:38:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exercícios Físicos]]></category>
		<category><![CDATA[Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[CEPID BRAINN]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[genética]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa do BRAINN analisa ancestralidade no genoma da população de Campinas e encontra gene relacionado ao acúmulo de glicídio e lipídios. &#160; José Tadeu Arantes &#124; Agência FAPESP – Adaptações evolutivas ocorridas no passado podem ter deixado a população de Campinas e de outras localidades do interior do Estado de São Paulo com maior propensão&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa do BRAINN analisa ancestralidade no genoma da população de Campinas e encontra gene relacionado ao acúmulo de glicídio e lipídios.</em><span id="more-2069"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>José Tadeu Arantes | Agência FAPESP</strong> – Adaptações evolutivas ocorridas no passado podem ter deixado a população de Campinas e de outras localidades do interior do Estado de São Paulo com maior propensão genética para acumular açúcares e gorduras no organismo e, consequentemente, predisposta a desenvolver doenças como obesidade e diabetes.</p>
<p>Essa é a conclusão de um estudo <strong><a href="https://www.nature.com/articles/s41598-019-50362-2" target="_blank" rel="noopener noreferrer">divulgado</a></strong> na revista <em>Scientific Reports</em> por pesquisadores do <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/58565/instituto-brasileiro-de-neurociencia-e-neurotecnologia-brainn/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instituto Brasileiro de Neurociência e Neurotecnologia</a></strong> (<strong><a href="https://www.brainn.org.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">BRAINN</a></strong>), um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (<strong><a href="http://cepid.fapesp.br/home" target="_blank" rel="noopener noreferrer">CEPID</a></strong>) apoiado pela FAPESP na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).</p>
<p>A investigação foi coordenada por <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/241/iscia-teresinha-lopes-cendes" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Iscia Lopes-Cendes</a></strong>, chefe do Laboratório de Genética Molecular da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, no âmbito da Iniciativa Brasileira de Medicina de Precisão (<a href="https://bipmed.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>BIPMed</strong></a>), também apoiada pela FAPESP.</p>
<blockquote><p>“Mapeamos cerca de 900 mil marcadores genéticos distribuídos nos genomas de 264 pessoas da região de Campinas. Foi o primeiro estudo feito com esse nível de resolução no Brasil. A maioria dos estudos de ancestralidade feitos na população Brasileira utilizava não mais de 40 marcadores”, disse Lopes-Cendes à <strong>Agência FAPESP</strong>.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" class="alignright size-full" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/02/CEPID-BRAINN-reportagem-analise-genetica-campinas.jpg" width="260" height="400" />Os dados genômicos foram obtidos de voluntários sem doença específica, mas que representam a diversidade genética dos indivíduos atendidos no Hospital de Clínicas da Unicamp. A amostra foi concebida para explorar em detalhes a chamada “ancestralidade local”. A expressão não se refere à localidade geográfica, mas à localidade genômica. Isto é, os pesquisadores investigaram todas as regiões do genoma para saber a origem – se europeia, africana, indígena ou outras – de cada marcador. “Até realizarmos a pesquisa, não tínhamos ideia da enorme variabilidade na distribuição da ancestralidade local na população brasileira. Foi algo que nos surpreendeu”, contou Lopes-Cendes.</p>
<p>Devido à expressiva presença de descendentes de imigrantes da Europa meridional no interior paulista, principalmente de italianos, os genomas mapeados apresentaram um forte predomínio de marcadores de origem europeia, na faixa dos 80%, ficando os 20% restantes distribuídos, quase que meio a meio, entre as ancestralidades africana e indígena.</p>
<p>Porém, o que intrigou especialmente os pesquisadores e motivou o artigo publicado em <em>Scientific Reports</em> foi que os 10% de ancestralidade indígena forneceram o elemento mais relevante do ponto de vista de saúde pública: o gene <em>PPP1R3B</em>, associado à capacidade do organismo de acumular glicídios e lipídios, e, por isso, predisponente ao desenvolvimento de obesidade e síndromes metabólicas correlatas, como diabetes tipo 2.</p>
<p>“Fizemos a análise da distribuição da ancestralidade local. E descobrimos que ela era bastante homogênea na maior parte do genoma, exceto em uma região específica do cromossomo 8, onde se localiza o gene <em>PPP1R3B</em>. Nessa região, verificamos uma representação aumentada dos segmentos de origem indígena e uma diminuição significativa dos segmentos de origem europeia e africana. Isso demandou muito cálculo, muita checagem, foi um trabalho bastante pesado do ponto de vista matemático. Mas ele nos levou à conclusão de que existe realmente um desvio da ancestralidade local nessa região”, disse Lopes-Cendes.</p>
<p>Para explicar o desvio, os pesquisadores formularam a hipótese de que, muito provavelmente, essa região do cromossomo 8 foi submetida a um processo de pressão seletiva no passado, voltada para melhor adaptar os indivíduos ao meio. Em uma época em que a comida era escassa, o gene <em>PPP1R3B</em>, relacionado com o acúmulo de glicídios e lipídios, daria uma vantagem evolutiva aos seus portadores, possibilitando que vivessem por mais tempo, se reproduzissem mais, e transmitissem essa característica à descendência.</p>
<p>Mas o que foi uma vantagem no passado se transformou em problema no presente, em um contexto de alta ingestão calórica e sedentarismo, agravados por hábitos como tabagismo e consumo exagerado de álcool.</p>
<p>“Essa informação é importantíssima do ponto de vista de saúde pública. Levantamos a hipótese de que, muito provavelmente, existe na população da região de Campinas – e estamos confirmando isso em populações de outras regiões do Estado de São Paulo também – uma predisposição genética aumentada para obesidade e suas complicações. Se eu fosse gestora do sistema de saúde pública da região, daria uma grande ênfase aos programas de prevenção de obesidade e diabetes, com equipes específicas para promover mudanças de hábitos alimentares, estimular a prática de exercícios físicos e alertar sobre os perigos do tabagismo e da ingestão de álcool”, disse Lopes-Cendes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Medicina de precisão</strong></h2>
<p>Com esse objetivo, a pesquisadora tem apresentado os resultados da pesquisa em diferentes fóruns, abrindo diálogo com acadêmicos do setor de saúde, especialmente da área de epidemiologia. “Trata-se de um processo que chamamos de ‘ciência ou medicina de implementação’, ou seja, implementar na prática, principalmente na prática médica, aquilo que descobrimos com a pesquisa científica”, disse.</p>
<p>“Nosso objetivo é a aplicação dos resultados na medicina de precisão. Dadas as características genéticas da população brasileira, extremamente heterogênea, é provável que cada centro médico que queira implantar as práticas da medicina de precisão tenha que fazer esse tipo de estudo em sua população de interesse. Esse mapeamento é muito importante porque sabemos, na medicina, que a maior ou menor predisposição a esta ou aquela doença depende da presença de determinados genes em regiões específicas do genoma, ou seja, da ancestralidade local”, afirmou.</p>
<p>A pesquisa foi conduzida durante o pós-doutorado de <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/36893/rodrigo-secolin" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Rodrigo Secolin</a></strong>, autor principal do artigo e <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/bolsas/167641/estudando-a-estrutura-genetica-da-populacao-de-uma-regiao-geografica-especifica-um-estudo-comparati/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">bolsista</a></strong> da FAPESP.</p>
<p>O artigo <em>Distribution of local ancestry and evidence of adaptation in admixed populations</em>, de Rodrigo Secolin, Alex Mas-Sandoval, Lara R. Arauna, Fábio R. Torres, Tânia K. de Araujo, Marilza L. Santos, Cristiane S. Rocha, Benilton S. Carvalho, Fernando Cendes, Iscia Lopes-Cendes e David Comas, por ser acessado em <strong><a href="https://www.nature.com/articles/s41598-019-50362-2" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.nature.com/articles/s41598-019-50362-2</a></strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Este texto foi originalmente publicado por <a href="http://agencia.fapesp.br/">Agência FAPESP</a> de acordo com a <a href="https://creativecommons.org/licenses/by-nd/4.0/">licença Creative Commons CC-BY-NC-ND</a>. Leia o <a href="http://agencia.fapesp.br/analise-genomica-sugere-propensao-a-obesidade-e-diabetes-na-populacao-de-campinas/32461/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">original aqui</a>.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="http://agencia.fapesp.br/republicacao_frame?url=http://agencia.fapesp.br/analise-genomica-sugere-propensao-a-obesidade-e-diabetes-na-populacao-de-campinas/32461/&amp;utm_source=republish&amp;utm_medium=republish&amp;utm_content=http://agencia.fapesp.br/analise-genomica-sugere-propensao-a-obesidade-e-diabetes-na-populacao-de-campinas/32461/" width="1" height="1"></iframe></p><p>The post <a href="https://www.cerebroesaude.com.br/analise-genomica-sugere-propensao-a-obesidade-e-diabetes-na-populacao-de-campinas/" target="_blank">Analise genômica sugere propensão à obesidade e diabetes na população de Campinas</a> first appeared on <a href="https://www.cerebroesaude.com.br/" target="_blank">Cérebro e Saúde</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Idosos: beber chá diariamente melhora a saúde do cérebro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cérebro &#38; Saúde]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Nov 2019 21:47:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde do Cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[chá]]></category>
		<category><![CDATA[demência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo a pesquisa, pessoas acima de 60 que bebem chá têm cérebro mais organizado e correm menos risco de contrair doenças como o Alzheimer. &#160; “Se eu não tomar uma xícara de café durante a manhã, eu não funciono”. Essa é uma das frases mais comuns nos corredores (e na copa) dos escritórios. Mas um&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Segundo a pesquisa, pessoas acima de 60 que bebem chá têm cérebro mais organizado e correm menos risco de contrair doenças como o Alzheimer.</em><span id="more-2064"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Se eu não tomar uma xícara de café durante a manhã, eu não funciono”. Essa é uma das frases mais comuns nos corredores (e na copa) dos escritórios. Mas um estudo realizado por pesquisadores diz que outra bebida pode ajudar o cérebro a funcionar melhor: o chá.</p>
<p>A pesquisa, divulgada na revista científica <a href="https://www.aging-us.com/article/102023/text" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Aging</a>, avaliou — por meio de ressonância magnética — o cérebro de pessoas acima de 60 anos que bebem chá verde, chá chinês Oolong e chá preto; e o cérebro dos não bebedores. <strong>Eles chegaram à conclusão de que o cérebro das pessoas que bebem chá é mais organizado e eficiente do que o das pessoas que não bebem</strong>. O estudo foi feito com 36 adultos a partir de 60 anos, entre 2015 e 2018.</p>
<p>&#8220;Nosso estudo mostrou a primeira evidência convincente de que o consumo de chá contribui de forma positiva para a estrutura cerebral&#8221;, diz a equipe formada por pesquisadores da China, Cingapura e Reino Unido. A pesquisa também indica que beber uma xícara de chá todas as manhãs reorganiza os neurônios.</p>
<p>O consumo do chá teria benefícios cognitivos, aumentando a criatividade, melhorando o humor e mantendo a memória preservada — e, dessa maneira, reduzindo chance de desenvolver Alzheimer. Também ajudaria a previnir doenças cardíacas e diminuir a incidência de câncer.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.cerebroesaude.com.br/idosos-beber-cha-diariamente-melhora-a-saude-do-cerebro/" target="_blank">Idosos: beber chá diariamente melhora a saúde do cérebro</a> first appeared on <a href="https://www.cerebroesaude.com.br/" target="_blank">Cérebro e Saúde</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Ciência e (bom) humor: cientistas fazem comédia stand-up para explicar seu trabalho ao público</title>
		<link>https://www.cerebroesaude.com.br/ciencia-e-bom-humor-cientistas-fazem-comedia-stand-up-para-explicar-seu-trabalho-ao-publico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Cérebro &#38; Saúde]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Nov 2019 21:39:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Divulgação de Neurociências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De dia, Kasha Patel trabalha na NASA escrevendo conteúdo para o site da agência espacial americana, mas, à noite, explica as mais recentes descobertas científicas através de um meio completamente inusitado: a comédia stand-up. “Parte do meu trabalho é ajudar o público em geral a distinguir entre fato e mito”, explicou Patel, de 28 anos,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>De dia, Kasha Patel trabalha na NASA escrevendo conteúdo para o site da agência espacial americana, mas, à noite, explica as mais recentes descobertas científicas através de um meio completamente inusitado: a comédia stand-up.</p>
<p>“Parte do meu trabalho é ajudar o público em geral a distinguir entre fato e mito”, explicou Patel, de 28 anos, em uma recente apresentação em um bar perto da Penn State University.</p>
<p>“Então, por exemplo, fato: você pode pegar clamídia se um coala urinar em você. Mito: sua esposa acreditará em você”, conclui.</p>
<p>O número de Patel fica entre dois campos aparentemente opostos: o método científico, descrito pelo astrônomo Carl Sagan como “indigesto e mal-humorado”, e o mundo estridente da comédia, atualmente experimentando um ‘boom’ que facilitou a ascensão de gêneros de nicho, como o humor intelectual.</p>
<p>Fundadora da DC Science Comedy, hoje um show ao vivo recorrente na capital, Patel está acompanhada esta noite por vários cientistas-comediantes de todo os EUA, unidos em sua crença de que o riso pode ser uma ferramenta poderosa para comunicar conceitos complexos.</p>
<p>Shannon Odell, candidato a PhD em neurociência na Weill Cornell Medical College, que tem um show ao vivo chamado “Drunk Science” (ciência bêbada) em Nova York, diz ao público que, ao contrário do que eles podem pensar, “ciência e comédia na verdade têm muito em comum”.</p>
<p>“Ambas estão apenas fazendo observações sobre o mundo e depois compartilhando com o público”, diz.</p>
<p>“Jerry Seinfeld é tipo: ‘o que acontece com a comida de avião?’… Enquanto os cientistas são tipo: ‘o que acontece com o aumento dos níveis de CO2?’”</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Ciência do riso</h2>
<p>Em uma entrevista à AFP, Odell explicou que o riso tem um poderoso objetivo evolutivo e ajudou os primeiros humanos a desenvolver camaradagem e redes sociais mais complexas.</p>
<p>“Eu acho que o riso é importante para comunicar a ciência a alguém, porque se você está rindo com ela, é quase como se estivesse em um campo de jogo equilibrado, e as pessoas são mais receptivas às mensagens”, disse.</p>
<p>Odell, de 30 anos, usa essa dinâmica em uma série de vídeos do YouTube que exploram a ciência do cérebro humano sob vários estímulos – falando de separações e álcool a imagens de gatinhos.</p>
<p>No caso da bebida, que acumulou meio milhão de visualizações, Odell explora infográficos e analisa o impacto de beber muito no cerebelo, responsável pela coordenação.</p>
<p>Patel, por outro lado, segue um modelo de comédia mais tradicional, e disse à AFP que foi preciso muito trabalho para abandonar seus cuidadosos instintos científicos e abraçar o absurdo necessário para fazer as pessoas rirem consistentemente no palco.</p>
<p>Ela é formada em química e seu material costuma fazer referências a sua formação e vida pessoal.</p>
<p>Um exemplo: “Há alguns anos, a SpaceX lançou o foguete, mas ele explodiu quando saiu da atmosfera da Terra … Mas a Nasa não chamou isso de fracasso. Eles o chamaram de lançamento não nominal”.</p>
<p>“O que é estranho porque na semana passada eu tive um encontro não nominal. Não foi um fracasso, porque ele nunca apareceu”, concluiu.</p>
<p>Patel recentemente usou dados para aprimorar seu ato, analisando gravações para ver por quanto tempo a plateia riu depois de 500 de suas piadas para criar uma pontuação de impacto do humor.</p>
<p>“Então eu descobri que minhas piadas científicas são 40% melhores que minhas outras piadas”, disse, acrescentando que estava trabalhando em um algoritmo para automatizar a análise.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Conectando com o público</h2>
<p>Uma pesquisa recente do Pew descobriu que a comunidade científica é a segunda instituição mais confiável nos EUA depois das forças armadas, com 44% expressando muita confiança nela – em oposição a apenas 13% para a imprensa.</p>
<p>Isso torna ainda mais importante encontrar novas maneiras de chegar ao público, particularmente em áreas que se tornaram controversas como a ciência do clima, argumenta Odell.</p>
<p>“É ótimo que os cientistas cheguem lá e falem sobre a pesquisa porque eles são os especialistas na pesquisa”, afirmou, mesmo que nem todos possam fazê-lo através de piadas ou números de comédia.</p>
<p>Embora os cientistas sejam frequentemente financiados pelo contribuinte, suas pesquisas geralmente acabam sendo apresentadas apenas em conferências especializadas ou em periódicos carregados de jargões e com paywall, criando espaço para o aumento da desinformação.</p>
<p>“Pensamos na ciência como esse tipo de torre de marfim acadêmica … (mas) há um valor em torná-la divertida, desde que você não perca a precisão científica”, concluiu.</p>
<p>&nbsp;</p>
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</style><a href="https://www.istoedinheiro.com.br/cientistas-fazem-comedia-stand-up-para-explicar-seu-trabalho-ao-publico/" class="default-btn-shortcode dt-btn dt-btn-m fadeIn animate-element animation-builder link-hover-off " id="default-btn-c3e150636d0833aa8f00dbdfe4d33dc9"><i class="fa fa-chevron-circle-right"></i><span>Matéria da AFP, via IstoÉ Dinheiro</span></a>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.cerebroesaude.com.br/ciencia-e-bom-humor-cientistas-fazem-comedia-stand-up-para-explicar-seu-trabalho-ao-publico/" target="_blank">Ciência e (bom) humor: cientistas fazem comédia stand-up para explicar seu trabalho ao público</a> first appeared on <a href="https://www.cerebroesaude.com.br/" target="_blank">Cérebro e Saúde</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Dia Mundial do AVC: confira vídeos educativos sobre o tema!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cérebro &#38; Saúde]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Oct 2019 20:48:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[CEPID]]></category>
		<category><![CDATA[CEPID BRAINN]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial do AVC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Instituto de Pesquisa sobre Neurociências e Neurotecnologia (BRAINN) cria vídeos educativos alertando sobre os riscos do Acidente Vascular Cerebral. Confira. &#160; O Dia 29 de Outubro é lembrado em todo o mundo como o Dia do Acidente Vascular Cerebral. A data é marcada por campanhas educativas e de conscientização, que informam a população sobre os&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://www.cerebroesaude.com.br/dia-mundial-do-avc-confira-videos-educativos-sobre-o-tema/" target="_blank">Dia Mundial do AVC: confira vídeos educativos sobre o tema!</a> first appeared on <a href="https://www.cerebroesaude.com.br/" target="_blank">Cérebro e Saúde</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Instituto de Pesquisa sobre Neurociências e Neurotecnologia (BRAINN) cria vídeos educativos alertando sobre os riscos do Acidente Vascular Cerebral. Confira.</em><span id="more-2053"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Dia 29 de Outubro é lembrado em todo o mundo como o <strong>Dia do Acidente Vascular Cerebral</strong>. A data é marcada por campanhas educativas e de conscientização, que informam a população sobre os gravíssimos riscos que o AVC traz &#8211; e, também, ensinam quais são as maneiras comprovadas de se diminuir as chances de tê-lo.</p>
<p>O Acidente Vascular Cerebral acomete 25% da população, e é um dos problemas de saúde mais graves na atualidade. 1 em cada 4 pessoas terá um AVC ao longo da vida &#8211; esta é uma estatística preocupante. O Acidente Vascular Cerebral é a principal causa de incapacidade no mundo, dado que suas sequelas podem ser profundas e duradouras, impactando seriamente a qualidade de vida.</p>
<p>A fim de se evitar ao máximo este grave problema, duas ações são necessárias:<strong> saber identificar um AVC</strong> e <strong>saber como se proteger</strong> desse problema ao longo da vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>APRENDENDO A RECONHECER UM AVC</strong></h2>
<p>No primeiro caso, conhecer as dicas do &#8220;<em>SAMU</em>&#8221; &#8211; conforme o vídeo abaixo demonstra &#8211; pode ajudar uma possível vítima de AVC a receber tratamento adequado rapidamente e evitar, assim, sequelas mais graves. Confira:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="CEPID BRAINN - Dia Mundial do AVC 2019 (o Acrônimo SAMU)" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/D2baGU9gHxQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O vídeo acima é uma produção do Instituto de Pesquisa sobre Neurociências e Neurotecnologia (&#8220;<a href="http://www.brainn.org.br"><strong>BRAINN</strong></a>&#8220;, na sigla em inglês), um dos <a href="http://cepid.fapesp.br/centro/11/"><strong>Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) financiados pela FAPESP</strong></a>. Além dele, outros quatro vídeos fazem parte do material especial sobre o AVC criado especialmente para o Dia Mundial. Os vídeos, apresentados por neurocientistas e pesquisadores do CEPID, tratam de assuntos como sinais, sintomas, prevenção e tratamento para o AVC.</p>
<p>Para conferir todos os vídeos, acesse o website do BRAINN e veja a página especial do Dia do AVC (link abaixo).</p>
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<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>COMO PREVENIR O AVC?</strong></h2>
<p>Apesar de preocupante, existem maneiras cientificamente comprovadas de diminuir os riscos de se ter um AVC ao longo da vida. Estima-se que 90% dos fatores de risco &#8211; isto é, as características de saúde que predispõe à doença &#8211; são evitáveis. Veja as dicas a seguir:</p>
<ul>
<li><strong>CONTROLE A PRESSÃO</strong>: pressão alta (hipertensão arterial) deve ser controlada ao máximo junto a seu médico;</li>
<li><strong>SEDENTARISMO NEM PENSAR!</strong>: a prática de atividades físicas frequentes, pelo menos 5x por semana, reduz consideravelmente os riscos de AVC;</li>
<li><strong>COMA BEM &#8211; E COM LIMITES!</strong>: uma dieta adequada também reduz as chances de um AVC ocorrer. O sobrepeso e a obesidade, por outro lado, favorecem seu surgimento;</li>
<li><strong>COLESTEROL DEVE SER MONITORADO</strong>: evite ao máximo o colesterol alto;</li>
<li><strong>TABAGISMO:</strong> diversas pesquisas indicam que quem fuma possui risco elevado de ter um Acidente Vascular Cerebral;</li>
<li><strong>ÁLCOOL:</strong> o consumo exagerado de álcool também aumenta os riscos da doença;</li>
<li><strong>DIABETES:</strong> deve ser bem controlada, com rígido controle glicêmico junto ao seu médico ou nutricionista;</li>
<li><strong>FIBRILAÇÃO ATRIAL</strong>: sua saúde cardíaca deve estar sempre em dia, monitorada com cuidado por seu médico.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com boas práticas e conhecimento, é possível evitar este que é um dos maiores males da sociedade moderna. Como diz o &#8220;slogan&#8221; deste ano do Dia Mundial do AVC &#8211; tendo em vista a estatística de que 1 em 4 pessoas terá um AVC na vida &#8211; &#8220;<strong>Previna-se! Não deixe que seja você!</strong>&#8220;.</p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.cerebroesaude.com.br/dia-mundial-do-avc-confira-videos-educativos-sobre-o-tema/" target="_blank">Dia Mundial do AVC: confira vídeos educativos sobre o tema!</a> first appeared on <a href="https://www.cerebroesaude.com.br/" target="_blank">Cérebro e Saúde</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Pesquisa investiga relação entre fibrilação atrial e demência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cérebro &#38; Saúde]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Aug 2019 18:20:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Divulgação de Neurociências]]></category>
		<category><![CDATA[arritmia]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[demência]]></category>
		<category><![CDATA[Unicamp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo estudo, portadores do problema cardíaco podem apresentar alterações cerebrais muito antes do declínio das funções cognitivas. &#160; &#160; Há cerca de duas décadas, a Medicina constatou que a fibrilação atrial, um problema cardíaco que afeta perto de 1% da população mundial, poderia levar os seus portadores a uma forma de demência muito parecida com&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://www.cerebroesaude.com.br/pesquisa-investiga-relacao-entre-fibrilacao-atrial-e-demencia/" target="_blank">Pesquisa investiga relação entre fibrilação atrial e demência</a> first appeared on <a href="https://www.cerebroesaude.com.br/" target="_blank">Cérebro e Saúde</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Segundo estudo, portadores do problema cardíaco podem apresentar alterações cerebrais muito antes do declínio das funções cognitivas.</em><span id="more-2045"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
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</style><a href="https://www.unicamp.br/unicamp/ju/noticias/2019/08/13/pesquisa-investiga-relacao-entre-fibrilacao-atrial-e-demencia" class="default-btn-shortcode dt-btn dt-btn-m fadeIn animate-element animation-builder link-hover-off " id="default-btn-e369dd9879f8f04c211f44d3101af0ba"><i class="fa fa-chevron-circle-right"></i><span>Fonte: Jornal da Unicamp</span></a>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há cerca de duas décadas, a Medicina constatou que a <strong>fibrilação atrial</strong>, um problema cardíaco que afeta perto de 1% da população mundial, poderia levar os seus portadores a uma forma de <strong>demência</strong> muito parecida com a causada pela <strong>Doença de Alzheimer</strong>. Pesquisa desenvolvida para a tese de doutoramento do médico neurologista Danilo dos Santos Silva, defendida recentemente na Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp, trouxe novos dados que contribuem para o melhor entendimento dessa relação, o que abre perspectiva para a definição, no futuro, de terapêuticas que ajudem a prevenir o declínio das funções cerebrais em pessoas que desenvolveram esse tipo de arritmia. O estudo foi orientado pela professora <a href="https://www.brainn.org.br/tag/ana-carolina-coan/">Ana Carolina Coan</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>O QUE É A FIBRILAÇÃO ATRIAL? QUAL A SUA RELAÇÃO COM A DEMÊNCIA?</strong></h2>
<p>A fibrilação atrial pode ser entendida como o batimento descompassado do coração. O problema predispõe o paciente a sofrer um tipo específico de Acidente Vascular Cerebral (AVC), denominado de cardioembólico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>“Quando a pessoa desenvolve esse AVC, ela também pode desenvolver a demência vascular. Ocorre que pesquisas mais recentes constataram que pessoas que têm essa arritmia, mas não tiveram AVC, também têm maior predisposição para desenvolver essa demência”, explica o autor da tese.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo ele, a ciência ainda não decifrou totalmente o mecanismo envolvido na relação entre fibrilação atrial e demência, mas uma das hipóteses consideradas é que a arritmia cardíaca provocaria a redução do fluxo de sangue para o cérebro, o que por sua vez levaria à atrofia cerebral e ao consequente declínio cognitivo. “Embora nem todos os neurologistas concordem com essa linha de raciocínio, pessoalmente considero essa hipótese a mais provável”, pontua Silva.</p>
<p>A investigação conduzida pelo médico neurologista buscou responder principalmente à seguinte questão: por que os pacientes portadores de fibrilação atrial estão desenvolvendo demência mesmo sem ter tido AVC? “Essa questão é extremamente importante porque não devemos experimentar uma mudança na transição epidemiológica em curso. A população vai continuar envelhecendo e, portanto, mais sujeita a doenças dessa natureza. Vale salientar que a demência é, atualmente, a condição mais importante no idoso, visto que ela compromete suas atividades profissionais e sociais, entre outros aspectos”, observa o autor da tese.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>NEUROIMAGEM PARA RESOLVER MISTÉRIOS MÉDICOS</strong></h2>
<p>O método adotado por Silva consistiu no uso da <strong>neuroimagem.</strong> “Nós analisamos imagens de pacientes para verificar como a arritmia cardíaca influencia no funcionamento cerebral. Utilizamos uma técnica que combinou o estudo anatômico com a avaliação da funcionalidade das redes de neurônios. Tais redes funcionam em sincronia para desempenhar uma função específica, como falar, formar memória e resolver problemas”, explica o médico neurologista.</p>
<p>O estudo promoveu, ainda, uma avaliação neuropsicológica do desempenho cognitivo dos pacientes. O trabalho foi dividido em duas partes. A primeira correspondeu à análise de somente uma rede cerebral, denominada “rede de modo padrão”, que tem sido implicada em várias doenças neurológicas degenerativas, como o Alzheimer e a Doença de Parkinson. “O que nós verificamos nessa primeira parte do estudo foi que os pacientes, mesmo sem ter tido AVC, apresentam um declínio no desempenho dessa rede. Esse resultado foi relatado em artigo publicado, no mês de março do ano anterior, em uma importante revista científica internacional intitulada <em>Cerebrovascular Diseases</em>”, relata o pesquisador.</p>
<p>Na segunda parte da investigação, Silva ampliou o número de redes neuronais avaliadas para sete. Também dessa vez, a rede responsável pelos processos cognitivos apresentou as mesmas alterações verificadas na etapa anterior. “Um dado importante é que as demais redes, ligadas a outras atividades, como as visuoespaciais, não se mostraram comprometidas”, esclarece. Em relação à análise estrutural, o que o autor da tese encontrou foram reduções discretas de pequenas regiões do cérebro, a exemplo do que demonstraram estudos internacionais sobre o mesmo tema.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>RESULTADOS E PRÓXIMOS PASSOS</strong></h2>
<p>No que diz respeito à análise funcional, o médico neurologista constatou que os pacientes incluídos no estudo estavam cognitivamente preservados, mas que tinham pequenas área de redução do volume cerebral. Os resultados obtidos evidenciam que portadores da fibrilação atrial podem apresentar alterações cerebrais tanto estruturais quanto funcionais muito antes do surgimento da demência. “Essa constatação indica a necessidade de continuarmos investindo em pesquisas de ponta, como estamos fazendo, para identificar precocemente pacientes suscetíveis ao desenvolvimento da demência, o que nos permitirá adotar medidas preventivas contra o avanço da doença. É importante observar que, uma vez instalado, esse tipo de demência, até onde sabemos, é irreversível e progressivo e traz importantes impactos econômicos e sociais para o país”, reforça o autor da tese.</p>
<p>Um dos próximos passos dessa linha de pesquisa, adianta Silva, é aumentar o número de pacientes analisados, para verificar se os resultados serão reproduzidos. “Também precisamos refinar um pouco mais o método de estudo. A ressonância equivale a uma fotografia do cérebro num determinado momento. Entretanto, existem técnicas que estão sendo desenvolvidas aqui na Unicamp que permitem a avaliação em tempo real do desempenho do córtex cerebral, que é responsável pela atividade cognitiva superior, cuja função está ligada ao pensamento e à formação de memória. Essa abordagem pode nos ajudar a decifrar o mecanismo que está por trás do processo que associa fibrilação atrial e demência”, finaliza o médico neurologista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Imagem de capa: JU_online</p></blockquote><p>The post <a href="https://www.cerebroesaude.com.br/pesquisa-investiga-relacao-entre-fibrilacao-atrial-e-demencia/" target="_blank">Pesquisa investiga relação entre fibrilação atrial e demência</a> first appeared on <a href="https://www.cerebroesaude.com.br/" target="_blank">Cérebro e Saúde</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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