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	<title>Cérebro &amp; Sono &#8211; Cérebro e Saúde</title>
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	<description>Equilibre Corpo e Mente e melhore sua Saúde</description>
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		<title>Acordar sem conseguir se mexer: assim são as paralisias do sono</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cérebro &#38; Saúde]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Aug 2018 13:52:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cérebro & Sono]]></category>
		<category><![CDATA[paralisia do sono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda este fenômeno do sono que pode parecer aterrorizante, mas é inofensivo. &#160; &#160; Lembro da primeira vez que isso me aconteceu, já há um certo tempo. Acordei de uma soneca na casa dos meus pais. Estava de lado, olhando para o encosto do sofá. E não podia me mexer. Nada: virar para o outro&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Entenda este fenômeno do sono que pode parecer aterrorizante, mas é inofensivo.</em><span id="more-1473"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Lembro da primeira vez que isso me aconteceu, já há um certo tempo. Acordei de uma soneca na casa dos meus pais. Estava de lado, olhando para o encosto do sofá. E não podia me mexer. Nada: virar para o outro lado, mexer os braços, girar a cabeça. <strong>Não podia sequer gritar, e vontade não me faltava. Só podia mexer os olhos.</strong></p>
<p>Não sabia o que estava acontecendo comigo, mas nesse momento o que me dava mais medo era que meus pais não percebessem que eu estava acordado e passasse horas imóvel, com o olhar fixo no encosto do sofá, antes de que alguém chamasse um médico.</p>
<p>Após alguns segundos pude me mexer de novo.</p>
<p>O que aconteceu comigo não era nada fora do comum, apesar daqueles momentos angustiantes: <strong>foi um episódio de paralisia do sono</strong>. Como explica a Verne o doutor Francisco Javier Martínez Orozco, da unidade do sono do Hospital Clínico San Carlos de Madri, essa paralisia transitória não é nada além de “um despertar incompleto” que ocorre durante a fase REM do sono.</p>
<p>Uma das características dessa fase é “a ausência de tônus muscular. Ocorre uma paralisia da musculatura estriada, que é a que permite os movimentos”. Continuam funcionando, claro, músculos como os que permitem nossa respiração, mas de resto “estamos completamente paralisados. Não está claro por que ocorre, mas pode ser para nos proteger do conteúdo do sonho”. Dessa forma não nos machucamos se nos mexemos enquanto temos um pesadelo.</p>
<blockquote><p>Não está claro por que [a paralisia do sono] ocorre, mas pode ser para nos proteger do conteúdo do sonho.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Algumas vezes acordamos antes de recuperar o tônus muscular, e é quando acontecem essas paralisias do sono. Além disso, “frequentemente se dá uma sensação de peso no peito, que ocorre porque os músculos das costelas estão paralisados”. Não só isso: “Não é raro que ocorram alucinações”, que podem ser tanto visuais como auditivas e táteis. “O cérebro continua processando imagens do sonho, que se sobrepõem às imagens reais”.</p>
<p>É muito divertido, como podemos ver.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Paralisia do sono? Nada a se temer!</h2>
<p>Mas não há nada a temer. <strong>A paralisia do sono é inofensiva</strong>. E, por sorte, breve: “Normalmente dura poucos segundos. A recuperação é rápida e espontânea”. Mas “quanto mais a pessoa fica angustiada, mais pode durar”. Não vai além de um ou dois minutos, afirma o doutor, mas, como é compreensível, “parecem eternas. A pessoa não sabe o que está acontecendo, se está ficando paralítica ou está morrendo”.</p>
<p>Qualquer um pode passar por um episódio desse tipo ao longo de sua vida. De acordo com o psicólogo Richard Wiseman em seu livro Paranormality, até 40% das pessoas dizem ter passado por uma experiência semelhante.</p>
<p>Ainda que o normal é que sejam episódios isolados, as pessoas com sono mais inquieto podem ser mais propensas a passar por essa divertida experiência. “Quando ocorrem microdespertares durante a fase REM, podemos passar por uma paralisia do sono”, afirma o doutor Martínez Orozco. O estresse não ajuda: “Qualquer circunstância estressante pode fazer com que ocorram mais microdespertares ao longo da noite”.</p>
<p>Não significam um perigo e um problema. Com uma exceção: podem ser um sintoma de narcolepsia. “Nesse caso não são esporádicas e sim bem frequentes e associadas a alucinações muito complexas”.</p>
<blockquote><p>Até 40% das pessoas dizem ter passado por uma experiência semelhante.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ou seja, as paralisias do sono não têm maiores consequências do que os momentos ruins e “revertem esporadicamente”. Martínez Orozco lembra que quanto mais angustiados ficarmos mais elas irão durar, de modo que o melhor é tentar relaxar. Se dormimos com alguém e suspeitamos que a pessoa está passando por algo assim – tem os olhos abertos, mas não se mexe – podemos ajudar: “Basta tocá-la para que recupere o tônus muscular quase instantaneamente”.</p>
<p>Para prevenir essas paralisias no caso de passarmos por uma pequena sequência de despertares incompletos – que pode ocorrer –, o melhor é evitar qualquer excitante que possa interferir e alterar o sono como o café, chá, refrigerantes com cafeína e chocolate. Também é recomendável manter uma higiene do sono correta, com regularidade nas horas e evitando o uso de telas antes de dormir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>É preciso entender para não ter medo!</h2>
<p>O doutor Martínez Orozco comenta que alguns de seus pacientes lhe contaram que acreditavam ser vítimas de possessões demoníacas após passarem por um desses episódios. Alguns, por exemplo, viam seus avós já falecidos no umbral da porta, enquanto não podiam se mexer. Além disso, “por não termos referências visuais podemos ter uma sensação de perda de contato com o colchão”, o que nos daria a impressão (pausa dramática) “de flutuar por cima da cama”.</p>
<p>Não se tratam de história isoladas: como também escreve Wiseman em Paranormality, o que agora chamamos de paralisia do sono frequentemente foi interpretado como uma prova da existência de demônios, fantasmas e alienígenas que nos visitavam durante a noite.</p>
<p>Isso inclui os íncubos, um demônio de formato masculino que entrava nas casas durante a noite e, para dizê-lo com a expressão suave do dicionário da Real Academia Espanhola (RAE), “tinham relações carnais com uma mulher”. Para evitar que sua vítima se movesse, escreve Wiseman, o demônio se sentava sobre seu peito, como podemos ver em O Pesadelo, o quadro de Johann Heinrich Füssli que ilustra esse artigo.</p>
<p>Wiseman explica que essas criaturas existem em muitas culturas. Em alemão são os mare ou Alpdruck (pressão de duende). Na Tchecoslováquia são as muera e os franceses as chamam de cauchemar, palavra que além de significar pesadelo, literalmente seria “pressão de um fantasma”. Essa terminação também é a do nightmare inglês, palavra que não significa “égua da noite” e sim “demônio noturno”.</p>
<p>E em espanhol? Não existem espectros na palavra “pesadelo”, mas segundo a RAE, o termo “pesadilla” – pesadelo em espanhol – é um diminutivo de “pesada”, que por sua vez quer dizer “opressão do coração e dificuldade de respirar durante o sono”.</p>
<p>Mas ninguém precisa se preocupar: a paralisia do sono é inofensiva e não é causada por nenhum demônio. Isso é a primeira coisa que você precisa lembrar se acordar paralisado e encontrar ao seu lado um parente que morreu há anos. Fique tranquilo. Acabará mais rápido.</p><p>The post <a href="https://www.cerebroesaude.com.br/acordar-sem-conseguir-se-mexer-assim-sao-as-paralisias-do-sono/" target="_blank">Acordar sem conseguir se mexer: assim são as paralisias do sono</a> first appeared on <a href="https://www.cerebroesaude.com.br/" target="_blank">Cérebro e Saúde</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Excesso ou falta de sono prejudica a memória de idosas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cérebro &#38; Saúde]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Feb 2017 11:25:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cérebro & Sono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa sugere que mulheres idosas que dormem menos do que cinco &#8211; ou mais de nove &#8211; horas por noite têm mais problemas cognitivos. &#160; Dormir menos de cinco ou mais de nove horas por noite pode prejudicar a memória de idosas, concluiu um estudo feito nos Estados Unidos e publicado nesta quinta-feira. Após analisar&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa sugere que mulheres idosas que dormem menos do que cinco &#8211; ou mais de nove &#8211; horas por noite têm mais problemas cognitivos.</em></p>
<p><span id="more-1267"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dormir menos de cinco ou mais de nove horas por noite pode prejudicar a memória de idosas, concluiu um estudo feito nos Estados Unidos e publicado nesta quinta-feira. Após analisar cerca de 15 000 mulheres com mais de setenta anos ao longo de seis anos, pesquisadores observaram que aquelas que dormiam demais ou muito pouco apresentavam mais problemas cognitivos, incluindo de memória, do que as que mantinham um sono de sete horas. Segundo o estudo, o prejuízo causado pela falta ou excesso de sono é equivalente a ter quase dois anos a mais de idade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A pesquisa, feita no Hospital Brigham and Women, que pertence à Universidade Harvard, é mais uma a reforçar as evidências de que a qualidade do sono impacta a saúde física e mental das pessoas. Estudos anteriores já associaram sono ruim ao risco de obesidade, diabetes, câncer e derrame cerebral, por exemplo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Dada a importância de preservar a memória ao longo da vida, é essencial identificar hábitos relacionados ao sono que podem ajudar a alcançar esse objetivo”, diz Elizabeth Devore, epidemiologista do Hospital Brigham and Women e coordenadora do estudo. “Nossos resultados sugerem que manter uma quantidade de sono ‘média’, ou seja, cerca de sete horas por noite, ajuda a manter a memória ao longo da vida sem a necessidade de intervenções clínicas.” O trabalho foi publicado no periódico Journal of the American Geriatrics Society.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>1. Diminui a capacidade de o corpo queimar calorias</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com uma pesquisa apresentada no encontro anual da Sociedade para Estudo de Comportamento Digestivo (SSIB, sigla em inglês), em julho de 2012, na Suíça, a restrição do sono faz com que um indivíduo consuma mais calorias e, além disso, reduz a capacidade do corpo de queimá-las. Isso ocorre porque dormir pouco aumenta os níveis de grelina, o ‘hormônio da fome’, conhecido assim por induzir a vontade de comer, na corrente sanguínea. Além disso, o hábito promove um maior cansaço, reduzindo a prática de atividades físicas e aumentando o tempo de sedentarismo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>2. Eleva o risco de câncer de mama agressivo</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um estudo publicado em agosto de 2012 no periódico Breast Cancer Research and Treatment sugeriu que dormir menos do que seis horas por dia eleva o risco de mulheres na pós-menopausa terem um tipo agressivo de câncer de mama e uma maior probabilidade de recorrência da doença.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>3. Aumenta as chances de um derrame cerebral</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dormir menos do que seis horas por dia aumenta o risco de um acidente vacular cerebral (AVC) mesmo em pessoas com peso normal e sem histórico de doenças cardiovasculares, segundo um estudo apresentado em junho de 2012 no encontro anual das Sociedades de Sono Associadas (APSS, na sigla em inglês), na cidade americana de Boston.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>4. Aumenta o apetite por comidas gordurosas</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dormir pouco ativa de maneira diferente os centros de recompensa do cérebro com a exposição a alimentos gordurosos em comparação com dormir adequadamente. Isso faz com que esses alimentos pareçam mais salientes e que a pessoa se sinta mais recompensada ao comer esse tipo de alimento. Essas descobertas foram apresentadas em junho deste ano no encontro anual das Sociedades de Sono Associadas (APSS, na sigla em inglês), na cidade americana de Boston. Além disso, uma pesquisa publicada em janeiro deste ano indicou que noites de sono mal dormidas ativam com mais intensidade uma área do cérebro responsável pela sensação de apetite.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>5. Pode desencadear sintomas do TDAH</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo um estudo apresentado em junho de 2011 durante encontro das sociedades médicas para o sono, nos Estados Unidos, menos horas de sono podem desencadear problemas com hiperatividade e desatenção durante o começo da infância. Esses são sintomas comuns do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>6. Eleva o risco de impotência sexual</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>A 25ª Reunião Anual da FeSBE (Federação de Sociedades de Biologia Experimental), em agosto de 2010, trouxe uma pesquisa que relacionou a falta de sono e o problema sexual. De acordo com o trabalho, feito na Unifesp, além do maior risco de impotência, homens que dormem pouco têm maiores chances de desenvolver problemas cardiovasculares e de engordar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>7. Pode levar à obesidade</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um estudo apresentado em outrubro de 2011 no Encontro Anual do American College of Chest Physicians, mostrou que jovens que dormem menos de sete horas por dia têm índice de massa corporal (IMC) maior, e que isso pode estar relacionado diretamente com os hormônios grelina e leptina, que regulam as sensações de fome e saciedade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="hr-thin"></div>
<p>&nbsp;</p>
<a href="http://veja.abril.com.br/saude/excesso-ou-falta-de-sono-prejudica-a-memoria-de-idosas/" class="btn-shortcode dt-btn-m dt-btn default-btn-color default-btn-hover-color default-btn-bg-color default-btn-bg-hover-color fadeIn animate-element animation-builder" id="dt-btn-1"><i class="fa fa-chevron-circle-right"></i><span>Saiba Mais</span></a>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.cerebroesaude.com.br/excesso-ou-falta-de-sono-prejudica-a-memoria-de-idosas/" target="_blank">Excesso ou falta de sono prejudica a memória de idosas</a> first appeared on <a href="https://www.cerebroesaude.com.br/" target="_blank">Cérebro e Saúde</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
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		<title>Na hora do sono, cérebro &#8216;limpa&#8217; memórias para aproveitarmos melhor o dia seguinte</title>
		<link>https://www.cerebroesaude.com.br/na-hora-do-sono-cerebro-limpa-memorias-para-aproveitarmos-melhor-o-dia-seguinte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Cérebro &#38; Saúde]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Feb 2017 11:15:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cérebro & Sono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dois novos estudos ajudam a explicar como o sono &#8216;limpa&#8217; nossa memória, deixando o cérebro preparado para mais um dia de aprendizados. &#160; Dois importantes estudos publicados na prestigiada revista Science na última semana ajudam a explicar como o sono “limpa” nossa memória e “libera” espaço no cérebro para que esteja pronto para reter e&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Dois novos estudos ajudam a explicar como o sono &#8216;limpa&#8217; nossa memória, deixando o cérebro preparado para mais um dia de aprendizados.</em><span id="more-1259"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dois importantes estudos publicados na prestigiada revista Science na última semana ajudam a explicar como o sono “limpa” nossa memória e “libera” espaço no cérebro para que esteja pronto para reter e processar mais informações no dia seguinte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para entender melhor vale uma explicação básica de como se formam nossas memórias. As células do sistema nervoso central (neurônios) não estão diretamente coladas umas às outras. Elas formam áreas de contato entre si (chamadas de sinapses) para transmitir as informações. Essas sinapses são estruturas bastante plásticas e sua configuração pode mudar ao longo do dia e das nossas vidas. Quando somos expostos a uma imagem, conversa ou fato, em alguma parte do nosso córtex cerebral uma nova sinapse se forma ou se remodela. Memórias importantes são “salvas” e informações corriqueiras são “apagadas”. Mas como isso acontece?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os trabalhos que utilizaram modelos animais tentaram explicar essa questão. O primeiro, da Universidade de Wisconsin-Madison (EUA), investigou o cérebro de camundongos por 13 anos e concluiu que, durante o sono, as sinapses deles encolhiam em cerca de 18%. No dia seguinte, elas tornavam a crescer para, então, diminuir novamente de noite. Para visualizar as sinapses, os cientistas utilizaram uma avançada técnica de imagem em microscopia eletrônica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já o segundo estudo buscou bases bioquímicas para explicar a “limpeza” das memórias pouco relevantes. Pesquisadores da Universidade John Hopkins, também nos EUA, descobriram que, quando os camundongos dormem, suas sinapses absorvem uma proteína conhecida como homer1a. Essa serve como um “detergente”, que enfraquece as conexões entre as sinapses formadas para “guardar” lembranças do que aconteceu durante o dia. Ao fazer esse processo, o cérebro, a exemplo do que faz o disco rígido de um computador, libera espaço. Não é à toa que, durante o dia, a proteína homer1a “some” das áreas dessas sinapses. Todas as informações foram divulgadas pelo jornal inglês Daily Mail.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os dois estudos surgem meses depois que um trabalho pioneiro da Universidade de Freiburg, na Noruega, utilizou imagens das sinapses (por ondas magnéticas) de 20 estudantes, entre 19 e 25 anos, para sugerir que aqueles que tinham privação de sono apresentaram maior excitabilidade motora e pior desempenho cognitivo do que aqueles que tinham dormido bem. As sinapses de quem não dormia ficaram mais tensas, saturadas e “cheias” de memórias do dia anterior, o que dificultava o pensamento e o raciocínio. Daí a importância, por exemplo, de uma boa noite de sono antes de uma prova!</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="hr-thin"></div>
<p>&nbsp;</p>
<a href="http://saude.estadao.com.br/noticias/geral,sono-memoria-e-sexo,70001653460" class="btn-shortcode dt-btn-m dt-btn default-btn-color default-btn-hover-color default-btn-bg-color default-btn-bg-hover-color fadeIn animate-element animation-builder" id="dt-btn-2"><i class="fa fa-chevron-circle-right"></i><span>Saiba Mais</span></a>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.cerebroesaude.com.br/na-hora-do-sono-cerebro-limpa-memorias-para-aproveitarmos-melhor-o-dia-seguinte/" target="_blank">Na hora do sono, cérebro 'limpa' memórias para aproveitarmos melhor o dia seguinte</a> first appeared on <a href="https://www.cerebroesaude.com.br/" target="_blank">Cérebro e Saúde</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Anda com problema de memória? Você pode estar dormindo mal</title>
		<link>https://www.cerebroesaude.com.br/anda-com-problema-de-memoria-voce-pode-estar-dormindo-mal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Cérebro &#38; Saúde]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Feb 2017 14:15:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cérebro & Sono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem dorme melhor se lembra mais do que aconteceu no dia anterior, revela estudo. &#160; É isto que dizem cientistas da Faculdade de Medicina da Universidade Johns Hopkins. De acordo com os pesquisadores, comprimidos para dormir também podem interferir no processo de fixação de memórias. Estudando os padrões de sono dos ratos, os cientistas descobriram&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://www.cerebroesaude.com.br/anda-com-problema-de-memoria-voce-pode-estar-dormindo-mal/" target="_blank">Anda com problema de memória? Você pode estar dormindo mal</a> first appeared on <a href="https://www.cerebroesaude.com.br/" target="_blank">Cérebro e Saúde</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Quem dorme melhor se lembra mais do que aconteceu no dia anterior, revela estudo.</em></p>
<p><span id="more-1167"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É isto que dizem cientistas da Faculdade de Medicina da Universidade Johns Hopkins. De acordo com os pesquisadores, comprimidos para dormir também podem interferir no processo de fixação de memórias.</p>
<p>Estudando os padrões de sono dos ratos, os cientistas descobriram que o sono recalibra as células cerebrais, para fixar as memórias permitindo que elas sejam usadas quando acordamos.</p>
<p>Os cientistas examinaram o cérebro dos roedores usando um produto que iluminou uma proteína de superfície em sinapses cerebrais. A pesquisa mostrou que centenas de proteínas aumentam ou diminuem dentro das sinapses durante a noite. Mas uma proteína em particular, chamada Homer1A, se destacou.</p>
<p>Em experimentos anteriores, em neurônios criados em laboratório, a Homer1A provou ser importante para a regulação do sono e para a redução homeostática, um processo que enfraquece uma porcentagem pequena das sinapses, permitindo que a aprendizagem e a formação da memória continuem.</p>
<p>Os cientistas aplicaram nos ratos um teste de memória. Eles colocaram os animais em um espaço onde ao caminhar eles recebiam choques elétricos vindos do chão. Depois os cientistas injetaram em alguns camundongos uma droga que impedia que o cérebro reorganizasse as memórias durante o sono.</p>
<p>No dia seguinte, quando os ratos foram colocados no mesmo espaço, eles se lembraram do choque e passaram grande parte do tempo imóveis. Mas ao mudarem de lugar, os animais bem descansados decidiram explorar o novo local, enquanto os que não cumpriram as funções do sono permaneceram imóveis.</p>
<p>Os pesquisadores acreditam que isso aconteceu porque houve uma interferência no processo do sono onde memórias são arquivadas ou esquecidas.</p>
<p>Para os cientistas essa descoberta reforça que o sono não é um tempo de inatividade do cérebro, mas uma fase de trabalho importante que não pode ser ignorada.</p>
<p>O estudo também sugere que é necessário aprofundar o que sabemos sobre os efeitos dos remédios para dormir. Embora sejam úteis, eles podem interferir no processo natural de formação de memórias.</p>
<p>Os pesquisadores reforçam que é necessário fazer mais pesquisas em outras partes do cérebro para entender melhor a necessidade do sono.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="hr-thin"></div>
<p>&nbsp;</p>
<a href="https://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2017/02/03/falta-atrapalha-a-capacidade-do-cerebro-de-formar-novas-memorias.htm" class="btn-shortcode dt-btn-m dt-btn default-btn-color default-btn-hover-color default-btn-bg-color default-btn-bg-hover-color fadeIn animate-element animation-builder" id="dt-btn-3"><i class="fa fa-chevron-circle-right"></i><span>Saiba Mais</span></a>
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